phodase
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2.2.12
23.1.12
26.11.11
Impossível não dividir isso...
Antes de me chamarem de romântico ou utópico, pense em quantos paradigmas mais perversos já foram superados.
17.11.11
Mercado Imobiliário
O valor dos aluguéis nas favelas cariocas entre 2007 e 2009 subiu 6,8% mais do que em imóveis com as mesmas características localizados em outras áreas da cidade, de acordo com estudo divulgado nesta quarta-feira (16) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O aumento, diz a FGV, se deve ao efeito da implementação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Chegada da polícia faz preços dos imóveis subir nas favelas pacificadas.
O aumento, diz a FGV, se deve ao efeito da implementação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Deu pra sacar qual é a da PA$$IFICAÇÃO?
13.11.11
O Phodase que faltava: pro facebook
Alardeada como "a rede social à prova de idiotas", o Facebook me enganou. De tudo que se movimenta pela rede, nem 1% me desperta o menor interesse;
Me sugerem curtir páginas de figuras públicas que abomino (O Chris Cornell foi a gota d'água!);
Uma reclamação - muito minha e muito de todos - falta um botão de FODA-SE, em CAPS e com personagem falante da web, preferencialmente sob a dublagem do Gil Away;
Inundam minha página com publicidade estapafúrdia;
No Facebook, raros foram os conhecidos ou amigos que tiveram a coragem de se expor, sem máscaras. Máscaras, as vejo em medida suficiente, sem precisar de redes sociais; Aos que tiverem esse peito todo, meu mais profundo respeito e admiração, ainda que não mantenha contato mais próximo.
Vou sentir falta de acompanhar os devaneios de muita gente boa, de dividir algumas angústias com gente MAIS BOA AINDA... a maioria vai me deixar saudades.
Definham minhas expectativas de que as redes sociais virtuais pudessem contribuir pra qualquer tipo de mudança significativa, enquanto a maioria das pessoas só quer saber onde achar uma escova argelina com 80% de desconto.
FODA-SE O FACEBOOK.
Me sugerem curtir páginas de figuras públicas que abomino (O Chris Cornell foi a gota d'água!);
Uma reclamação - muito minha e muito de todos - falta um botão de FODA-SE, em CAPS e com personagem falante da web, preferencialmente sob a dublagem do Gil Away;
Inundam minha página com publicidade estapafúrdia;
No Facebook, raros foram os conhecidos ou amigos que tiveram a coragem de se expor, sem máscaras. Máscaras, as vejo em medida suficiente, sem precisar de redes sociais; Aos que tiverem esse peito todo, meu mais profundo respeito e admiração, ainda que não mantenha contato mais próximo.
Vou sentir falta de acompanhar os devaneios de muita gente boa, de dividir algumas angústias com gente MAIS BOA AINDA... a maioria vai me deixar saudades.
Definham minhas expectativas de que as redes sociais virtuais pudessem contribuir pra qualquer tipo de mudança significativa, enquanto a maioria das pessoas só quer saber onde achar uma escova argelina com 80% de desconto.
FODA-SE O FACEBOOK.
29.8.11
...do goleiro ao ponta-esquerda.
... eu penso que nenhum funcionário público deve gozar de serviço de segurança distinto daquele prestado à população.
O assassinato de um magistrado só pode ser entendido como fenômeno de destaque se, na mesma medida, assim forem entendidos quaisquer outros assassinatos.
Entendo e até aceito como plausíveis boa parte dos argumentos (super)expostos após o incidente; Mas tô sentindo falta de algumas reflexões, ainda.
O quão justo é um juiz com tantos seguranças?
O quanto são fragmentadas e distantes as atuações do três poderes?
Qual é a distância entre qualquer dos três poderes e o cotidiano popular que os legitima?
Entendo e até aceito como plausíveis boa parte dos argumentos (super)expostos após o incidente; Mas tô sentindo falta de algumas reflexões, ainda.
O quão justo é um juiz com tantos seguranças?
O quanto são fragmentadas e distantes as atuações do três poderes?
Qual é a distância entre qualquer dos três poderes e o cotidiano popular que os legitima?
Mas eu sou muito chato...
26.6.11
Caiu a máscara do brasileiro cordial*
Desde a pacificação do Alemão, tenho percebido, aqui, ali e em tudo que é lugar, o tamanho desse mito do brasileiro descolado, desencanado, bon vivant... e o quanto esse mito se cristaliza nas capas da Veja e nas manchetes do Jornal Nacional.
Alguns dirão, e com bastante propriedade, que esse fundamentalismo conservador é artificialmente produzido e imputado sobre o cidadão brasileiro por essas mesmas ideologias arcaicas - o tal partido da imprensa golpista, etc. Eu concordo, quase sempre. O que percebo, cada vez com mais frequência, é o quanto desse movimento não é mera organização racional do conjunto da valores desorganizados - mas muito sólidos - do brasileiro.
Tem gente com medo de que uma cartilha possa transformar nossa magnífica sociedade numa Nação arco-íris... que a tal cartilha, a parada gay, o beijo bicha na novela possam fazer a cabeça de nossos filhos.
E podem. Pelos mesmíssimos mecanismos que nos fizeram - fazem - crer no mito de que uma democracia parida numa antiga sociedade machista e escravocrata seja a mais perfeita expressão da liberdade; nos fazem crer que se não marchar direito, vai preso pro quartel, entre outras crendices que, na verdade, só colam mesmo porque estamos todos preocupadíssimos em fazer bonito pros gringos.
E daí? E daí que, especificamente nessa questão da cartilha, tenho visto um bocado de exageros. O mais gritante deles, o Estado gastar qualquer recurso nesse tipo de empreitada sem ter feito o básico, antes. Tem escola sem merenda ou, pior ainda, com crianças comendo carne de soja a semana inteira. Tem escola sem professor e tem escola, quase todas, com professor ganhando um salário capaz de bancar apenas carne de soja. Então, até que eu veja uma ficalização que resolva esses probleminhas básicos, discordo de qualquer iniciativa semelhante a essa da cartilha.
Questão de prioridades. Não creio nessa perspectiva de minorias destituídas se aplicar ao movimento LGBT. Minoria, talvez. Destituída? De poder político? De poder econômico? De poder midiático?
Outra coisa... tem gente dizendo sandices como homossexual não é normal ou que homossexualismo é normal. Não é uma coisa nem outra. Apenas é.
Já me preocupou muito se meus filhos seriam ou serão gays. Mas, nessa época, eu tinha muito medo de um superfantasma castigador que pudesse nos jogar a todos no fogo eterno, apesar de nos amar incondicionalmente. O que me preocupa, hoje, é que nós todos, de um modo geral, e meus filhos em particular, possamos desenvolver pensamento autônomo, crítico e, mais do que respeito, amor à diversidade. Já pensaram o quão chata e vazia essa vida fica quando todo mundo concorda com você?
Pois é, pois é. Eu tô achando todo esse debate um blá-blá-blá estéril, cego e que estamos perdendo uma baita oportunidade de trazer pro centro das discussões a percepção de que, como sempre fizemos, trazemos a público questões privadas e jogamos ao particular, questões públicas.
O Brasil se vê, escancaradamente, polarizado entre o Bolsonaro e a Preta Gil, como se uma legislação pudesse determinar como se efetiva o comportamento sexual dos indivíduos.
Uns querem me obrigar a denunciar um beijo gay à vigilância sanitária; outros querem que eu denuncie à polícia qualquer um que chame um amigo de bicha. E esses uns e outros devem ser 90% da população.
Vamos jogar tudo na conta da ignorância, de novo?
*Título inspirado nos aforismos de Rodrigo Gutierrez
16.6.11
SEPULTURA | Kairos
Não ouvi nada além das duas primeiras faixas. Achei Spectrum uma merda... tem uma cara bem viadinha de Dream Theater. A segunda - Kairos - já tinha ouvido, é legal, bem uscórno da banda. Se o resto do disco tiver algo digno de nota, reescrevo esse post.
PS: O caminho pra baixar tá embaixo (!!);
PS2: Acrescente-se algum teor alcoólico na redação.
http://torcache.net/torrent/57 220BCE6752CB1BDC9731B2785096EB 8889477F/[kat.ph]sepultura.kai ros.2011.mp3.320.torrent
11.6.11
Eu e minha língua...
Em 95, o Vasco contratava um zé ninguém. Jogava no Sport/PE, onde se destacava com facilidade. O cara chegou bancado como titular; um exagero que denunciei, chinguei, reclamei mas não adiantou nada. Era o Juninho Pernambucano.
Em 97, o Vasco trouxe um centroavante overbadalado pela imprensa paulista; mas não passava de um veterano que só vivia na banheira. Novamente, denunciei, gritei, esperneei. Era o Evair.
Em dezembro de 2010, o Vasco começa a se arrumar pra temporada 2011, exatamente como fizera nas temporadas anteriores: anunciando jogadores medianos como se fossem o Romário. Denunciei aqui no blog e, analisando o provável desempenho na temporada, sentenciei com um agora vai! pra lá de sarcástico. Deu no que deu... de novo, queimando minha língua... ainda bem!
Em 97, o Vasco trouxe um centroavante overbadalado pela imprensa paulista; mas não passava de um veterano que só vivia na banheira. Novamente, denunciei, gritei, esperneei. Era o Evair.
Em dezembro de 2010, o Vasco começa a se arrumar pra temporada 2011, exatamente como fizera nas temporadas anteriores: anunciando jogadores medianos como se fossem o Romário. Denunciei aqui no blog e, analisando o provável desempenho na temporada, sentenciei com um agora vai! pra lá de sarcástico. Deu no que deu... de novo, queimando minha língua... ainda bem!
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