11.11.10

Moderação zero

Desde que retomei esta merda - que insisto em chamar de blog - optei por deixar os comentários sujeitos à moderação. Até aqui, nenhum deles precisou ser moderado ou sequer editado. Fiz essa escolha apenas porque já passei maus bocados com comentários absolutamente desprezíveis. Até os mal-educados passam, desde que tenham uma relação mínima com a discussão.

Ocorre que, num exercício de autocrítica, acabei concluindo que, mesmo que eu não tenha moderado porra nenhuma, o simples fato de haver moderação dá uma inibida em muita gente boa que acaba desistindo de comentar por receio de censura. Moderei, então, ué! Mesmo que indiretamente, mas moderei.

Resolvi derrubar a moderação, ainda que o faça com a memória viva dos maus bocados que falei. Derrubei porque, caso as inteligências tímidas resolvam comentar, isso aqui fica um pouco melhor. Mais discussão, mais polêmica, enfim, melhora.

Acabou a censura prévia, contradição máxima num blog chamado FODA-SE. Ainda que essa atitude traga um gostinho de vai dar merda, traz também um Q de o que é que eu tinha na cabeça quando resolvi moderar?, de tão absurdo que esse procedimento me parece, agora.

Só pra chapa esquentar de vez, não pretendo sequer excluir quaisquer comentários - exceto por ordem judicial emitida pelo STP (Supremo Tribunal do Phodase) caso alguém se ofenda de verdade, hehehehh. Afinal de contas, alguém tem que mandar nisso aqui.

Se é que a internet é pra ser, além da putaria, um espaço democrático por onde as idéias circulem livremente, acho que o mais sensato mesmo é a moderação zero.

2 comentários:

Barbara disse...

Isso!
Deixa o Fradim, a Graúna, o Vascão (como é o nome dele mesmo?), a Mafalda, e todos livres prá carinhos ou pancadas - desde que mìnimamente coerentes com a postagem - mas isso você já escreveu.
Tô dentro - sempre estive.

ROBERTO disse...

O Vascão/Bacalhau/Português não tinha nome definitivo. Em cada aparição era um nome diferente. Definitivo mesmo, só os traços.