11.6.11

Eu e minha língua...

Em 95, o Vasco contratava um zé ninguém. Jogava no Sport/PE, onde se destacava com facilidade. O cara chegou bancado como titular; um exagero que denunciei, chinguei, reclamei mas não adiantou nada. Era o Juninho Pernambucano.

Em 97, o Vasco trouxe um centroavante overbadalado pela imprensa paulista; mas não passava de um veterano que só vivia na banheira. Novamente, denunciei, gritei, esperneei. Era o Evair.

Em dezembro de 2010, o Vasco começa a se arrumar pra temporada 2011, exatamente como fizera nas temporadas anteriores: anunciando jogadores medianos como se fossem o Romário. Denunciei aqui no blog e, analisando o provável desempenho na temporada, sentenciei com um agora vai! pra lá de sarcástico. Deu no que deu... de novo, queimando minha língua... ainda bem!


2 comentários:

Barbara disse...

Meu avô materno.
Seu pai.
Roberto Dinamite
Romário

E ir ao estádio São Januário ver jogos da primavera quando eu, em criança, morava em São Cristóvão.

Mas mesmo sem tais referências, eu com certeza seria vascaína.
A Cruz de Malta tem uma história....

E nada disso tem a ver com a tua postagem - talvez.

ROBERTO disse...

Talvez, talvez... conheci um termo fantástico, acho que veio do Direito, é o tal de "salvo melhor juízo",rsrs... que também não tem picas a ver com a postagem... salvo melhor juízo.